quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Banda Sonora #2



Só porque adoro The Kooks desde o primeiro CD, Inside in/Inside out, de 2006.

My fantasy is having two men at once....


Ah... Mas eu gostava tanto!!!
O cozinheiro eu já tenho cá em casa, e que bem que ele cozinha.
Agora falta-me um que limpe, ou pelo menos que limpe direitinho e não só "por onde passa o santo"...

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

A adolescência

Hoje, enquanto esperava pelo meu teen à porta da escola, dei comigo a pensar em como é difícil educar um adolescente.

É que com os adolescentes precisamos de ser firmes, mas não inflexíveis, carinhosos, mas não frágeis, compreensivos, mas não frouxos, open mind, mas não permissivos.

É difícil encontrar um ponto de equilíbrio no meio disto tudo. Todos os dias aparece uma situação nova que é preciso manobrar e resolver. Todos os dias os miúdos são postos à prova, na escola, com os amigos, com as pressões com que têm de lidar. Por isso, muitas vezes, se não são bem acompanhados, procuram uma válvula de escape, procuram dar um "grito" para chamar a atenção de quem os rodeia. 

É uma idade complicada, os amigos são tudo e a família nem por isso. A personalidade está a formar-se e, como tal, ou têm atenção qb dos pais ou é demasiado fácil descarrilarem e tomarem caminhos menos apropriados.

O acompanhamento da família vai dar-lhes a confiança que precisam para seguir em frente, saber o seu valor e não serem influenciáveis. O acompanhamento da família vai dar-lhes confiança e, com certeza, que os vai ajudar a saber dizer não, que é a dificuldade de muitos miúdos que procuram a aprovação dos amigos. Essa aprovação que procuram junto dos amigos vem, muitas vezes, do défice de atenção em casa. Além, do mais, a asneirada que fazem funciona como uma chamada de atenção, como um "Mãe, Pai, estou aqui!".

Eu não sou mãe, apesar de proteger e sentir o meu irmão, 11 anos mais novo que eu, como um filho. Sei que não o posso proteger de tudo, guardá-lo numa redoma (quem me dera), no entanto, acho que os maiores dos nossos problema podem evitar-se com atenção e tempo de qualidade, sem sufoco - porque eles também gostam de se sentir livres, ainda que na realidade não o sejam.

domingo, 21 de outubro de 2012

"Never tell a girl to calm down"



Primeiro, porque as mulheres não discutem, apenas são mais efusivas em algumas conversas. Não gritam, apenas colocam mais ênfase nas palavras. Não ficam irritadas, apenas aborrecidas por não se conseguirem fazer entender ou melhor, aborrecidas pelo outro pólo da conversa não conseguir ver o óbvio.

Não há porque pedir a uma mulher para se acalmar. As mulheres têm sempre pleno controlo da situação e sabem sempre o que fazem.

Açores

Acabei por não contar como foi nos Açores, em S. Miguel.

Foi trabalho, muito verde, muitas vacas, cavalos ameaçadores no meio da estrada, desorientação e passagens pelas mesmas estradas por dezenas de vezes. Gostei. Apesar de continuar a achar que viver numa qualquer Ilha dos Açores não era para mim. Muito isolado, muito calmo, muito pequeno. O que não é propriamente uma coisa má... Haverá quem procure essas características nos locais que escolhe para viajar/viver. Apesar disso, tem paisagens lindas. Do melhor de Portugal.