quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Coisas que detesto - Minhotos que detestam o Braga

A sério. Não compreendo e, sinceramente, nem sequer aceito; que não sejam do SCB eu ainda dou de barato, cada um tem o seu gosto e se quer apoiar um clube lisboeta, ora faz favor, que apoie. Estamos num país livre.
Agora, o que não admito é que goze com o clube da cidade onde vive/trabalha/estuda. A cidade que o acolheu, a cidade que todos os dias o recebe de braços abertos, a cidade que lhe põe pão na mesa. Isso não. Para mim é "cuspir no prato onde que come".

Sinceramente, fico pior que estragada quando alguém desta cidade fica feliz com a derrota do Braga. Como é que podem ser tão "pobrinhos" de espírito?
Não, é que são mesmo uns "pobrinhos". Na maioria das vezes são benfiquistas. Os benfiquistas do norte. Orgulhosamente benfiquistas que nunca foram ao Estádio da Luz, os orgulhosamente benfiquistas que nunca viram o seu clube ao vivo, os orgulhosamente benfiquistas que nem quando o benfica vem a Braga o vão ver. Os orgulhosamente benfiquistas, só porque o benfica ganha ou já ganhou. IRRITA-ME! MAS IRRITA-ME MESMO! 

Por favor, deixem de ser pobres de espírito.
E depois vêm com a treta de "o Braga só agora tem adeptos, antigamente era tudo benfiquista!". Primeiro, é mentira que todo o bracarense fosse benfiquista, segundo, é mentira que os bracarenses não fossem braguistas e terceiro, de uma vez por todas entendam, O BRAGA É UM CLUBE EM CRESCIMENTO, QUE AUMENTA DE DIA PARA DIA A SUA VISIBILIDADE, POR ISSO É NATURAL QUE ESTEJA A CAPTAR NOVOS ADEPTOS. Ora, assim sendo, ou esses adeptos estão todos a acabar de nascer, ou começaram agora a ver futebol ou então SÃO ADEPTOS QUE ANTES APOIAVAM OUTROS CLUBES. É NORMAL!!!! E não há mal nenhum nisso!

Estou cansada desta pobreza de espírito. Lá que queiram ser cegos e queiram apoiar o clube que tantos adeptos de Lisboa tem a gozar os adeptos do norte, é lá com eles, agora que digam mal do clube da cidade que os acolhe todos os dias, DA MINHA CIDADE, é que não! 

A esses adeptos eu só peço para olharem para Inglaterra, onde é impensável não apoiar o clube da cidade onde se vive! E assim sim, temos de ajudar a nossa cidade, até porque as vitórias desse clube  só vão ajudar a aumentar a visibilidade da cidade, o que automaticamente ajuda, por exemplo, no aumento do turismo na zona!

Aqui há tempos um amigo viajou para Praga. No táxi, como habitual, o taxista meteu conversa com ele  e perguntou-lhe de onde era. Como normalmente Braga não é uma cidade conhecida, o meu amigo respondeu que era do Norte de Portugal. Logo a seguir o romeno disse o nome, não da cidade do Porto mas, imagine-se, de Braga! O meu amigo ficou completamente surpreendido e o taxista lá explicou que conhecida Braga porque o SCB tinha jogado com o clube da cidade dele, o Cluj. E assim se dá uma cidade a conhecer ao mundo, ou pelo menos à Europa.

E agora eu pergunto, como é que é possível gostar da derrota da nossa cidade?  

Está feito o desabafo... E olhem que não ligo a futebol....

Banda Sonora #2



Só porque adoro The Kooks desde o primeiro CD, Inside in/Inside out, de 2006.

My fantasy is having two men at once....


Ah... Mas eu gostava tanto!!!
O cozinheiro eu já tenho cá em casa, e que bem que ele cozinha.
Agora falta-me um que limpe, ou pelo menos que limpe direitinho e não só "por onde passa o santo"...

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

A adolescência

Hoje, enquanto esperava pelo meu teen à porta da escola, dei comigo a pensar em como é difícil educar um adolescente.

É que com os adolescentes precisamos de ser firmes, mas não inflexíveis, carinhosos, mas não frágeis, compreensivos, mas não frouxos, open mind, mas não permissivos.

É difícil encontrar um ponto de equilíbrio no meio disto tudo. Todos os dias aparece uma situação nova que é preciso manobrar e resolver. Todos os dias os miúdos são postos à prova, na escola, com os amigos, com as pressões com que têm de lidar. Por isso, muitas vezes, se não são bem acompanhados, procuram uma válvula de escape, procuram dar um "grito" para chamar a atenção de quem os rodeia. 

É uma idade complicada, os amigos são tudo e a família nem por isso. A personalidade está a formar-se e, como tal, ou têm atenção qb dos pais ou é demasiado fácil descarrilarem e tomarem caminhos menos apropriados.

O acompanhamento da família vai dar-lhes a confiança que precisam para seguir em frente, saber o seu valor e não serem influenciáveis. O acompanhamento da família vai dar-lhes confiança e, com certeza, que os vai ajudar a saber dizer não, que é a dificuldade de muitos miúdos que procuram a aprovação dos amigos. Essa aprovação que procuram junto dos amigos vem, muitas vezes, do défice de atenção em casa. Além, do mais, a asneirada que fazem funciona como uma chamada de atenção, como um "Mãe, Pai, estou aqui!".

Eu não sou mãe, apesar de proteger e sentir o meu irmão, 11 anos mais novo que eu, como um filho. Sei que não o posso proteger de tudo, guardá-lo numa redoma (quem me dera), no entanto, acho que os maiores dos nossos problema podem evitar-se com atenção e tempo de qualidade, sem sufoco - porque eles também gostam de se sentir livres, ainda que na realidade não o sejam.

domingo, 21 de outubro de 2012

"Never tell a girl to calm down"



Primeiro, porque as mulheres não discutem, apenas são mais efusivas em algumas conversas. Não gritam, apenas colocam mais ênfase nas palavras. Não ficam irritadas, apenas aborrecidas por não se conseguirem fazer entender ou melhor, aborrecidas pelo outro pólo da conversa não conseguir ver o óbvio.

Não há porque pedir a uma mulher para se acalmar. As mulheres têm sempre pleno controlo da situação e sabem sempre o que fazem.