Pobre que é pobre veste "à moda" só porque é sábado à noite.
Fica-me bem? Nem por isso. Mas não interessa. É sábado à noite, quero arrasar e a Cláudia Vieira estava com uma parecida na capa da revista Maria.
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Banda Sonora #6 e #7
Porque adoro música e não vivia sem ela, hoje publico duas que ouvi a caminho de casa (sim, sim, quando devia estar a caminho do ginásio):
Uma mais comercial:
E uma menos comercial:
Afinal, não aconteceu...
Se eu podia ter ido ao ginásio e correr ao som, por exemplo, desta música?
Podia, mas estava a chover muito, por isso decidi vir para casa.
Coisas que acontecem... É que a força de vontade tem o seu próprio tempo de formação. E a minha, pelos vistos, ainda não está pronta.
domingo, 18 de novembro de 2012
Ainda sobre os sabichões
Não consigo deixar de pensar em como somos sortudos por ter um sabichão sempre por perto.
Com eles podemos aprender coisas que não lembram ao arco da velha, como por exemplo "as lentes de contacto são feitas de olho de lince".
Eles realmente sabem de coisas que não lembram a ninguém... Coisas que nem conseguimos refutar tal é o espanto e a falta de oportunidade. Ficamos sempre, tipo, WHAT?!
Não estás a beber álcool?!
Lembrei-me agora do quanto me irrita que me perguntem, nas saídas à noite, se não estou a beber álcool e, não estando naquele momento ou não me apetecendo naquele dia, que fiquem muito indignados e me perguntem: "Não estás?! Porquê?!". Só me apetece responder: "olha, porque sou uma alcoólica em recuperação!".
Mas que raio! Qual é o problema? Para sair à noite é preciso estar sempre a "mamar" álcool. É preciso beber até cair? Não sou uma viciada! Bebo quando me apetece e se não me apetecer não bebo! Any problem?
Os sabichões - Parte II
Conviver com sabichões causa-me urticária.
Não consigo disfarçar.
Não sei se conhecem o tipo: percebem mais da profissão dos outros que os próprios profissionais, tão depressa falam de ciência como de agricultura e fazem verdadeiras dissertações sobre medicina e a plantação da batata doce no Alentejo. Raramente se calam e gostam de marcar a sua posição sobre tudo, porque, basicamente, percebem de tudo, desde o tipo de tecido adequado a uma determinada peça, até à mecânica e ao tipo de motor de um determinado carro (e têm certeza sobre o tipo de motor só pelo barulho do arranque).
Acho que já tínhamos tido a oportunidade de falar disto, mas realmente causa-me urticária...
Fico com comichões quando estou perto de pessoas que não sabem quando devem ficar caladas e, sobretudo, que pensam que sabem de tudo.
Adoro quando me cortam a palavra e começam a falar mais alto que eu, enquanto respondo a uma questão qualquer que me colocaram sobre a minha área. A sério querido(a)? Achas mesmo que percebes mais que eu? Really?
Só dá vontade de me levantar, esboçar um sorriso e bater palmas em slow motion, tipo "well done, que grande cagada estás para a dizer!"
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